quinta-feira, 24 de abril de 2008
Fidelity by Regina Spektor
I never loved nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting my heart truly
I got lost in the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind all this music
And it breaks my heart
And it breaks my heart
And it breaks my heart
It breaks my heart
And suppose I never ever met you
Suppose we never fell in love
Suppose I never ever let you kiss me so sweet and so soft
Suppose I never ever saw you
Suppose we never ever called
Suppose I kept on singing love songs just to break my own fall
Just to break my fall
Just to break my fall
Break my fall
Break my fall
All my friends say that of course its gonna get better
Gonna get better
Better better better better
Better better better
I never love nobody fully
Always one foot on the ground
And by protecting by heart truly
I got lost
In the sounds
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind
All this music
And it breaks my heart
It breaks my heart
Breaks my
Heart
Breaks my heart
I hear in my mind
All these voices
I hear in my mind all these words
I hear in my mind
All this music
And it breaks my heart
It breaks my heart
Breaks my
Heart
Breaks my heart
and it breaks my heart
it breaks my heart
and it breaks my heart
and it breaks my heart
terça-feira, 22 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
Saudade
Que saudades!
Como pode alguém sentir saudades do que nunca houve?
Como pode alguém sentir saudades do que nem viveu?
É como estou hoje,
Com saudades!
Morrendo de saudades dos sonhos que criei,
Chorando de saudades das horas que imaginei,
Das histórias que sonhei.
Hoje estou assim,
Querendo que o tempo vá para onde eu quero,
Para onde ele nunca esteve.
Mas a saudade é tanta que me paralisa,
É muita saudade
E nem aconteceu
E nada eu vivi.
Como se pode sentir saudades de uma época que não existiu?
De fantasias e de promessas que nunca se concretizaram?
Por que sentir saudades de um futuro inventado
quando há um presente imenso para se viver?
Mas não se manda no coração.
O coração é pretensioso e quase sempre faz o que quer,
A razão até tenta dominar,
Mas raramente consegue.
E por causa do coração a gente faz um monte de besteira
E fica esperando, esperando...
Esperando que tudo volte a ser como antigamente...
Ou pior,
Que tudo seja como criamos em nossos sonhos mais recorrentes.
Germana Facundo
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Once Again Amarante rules;)
Mais um fim de semana passou, e mais uma vez Amarante esteve lá à nossa espera de braços abertos como já nos habituou!
Posso dizer que este foi um fim de semana bastante preenchido, por aventuras e desventuras, risos e gargalhadas, beijos e abraços, e acima de tudo uma grande amizade.
Decidida há já algum tempo, tomei uma decisão conjunta que me agradou bastante, e que me faz acreditar cada vez mais que há pessoas neste mundo que valem mesmo a pena.
Fiz uma tatuagem com a MJ...mas ficou a faltar a FA, pois só assim o trio estrelar ficará completo! Ainda estamos a decidir quais os poderes a atribuir a cada uma, mas neste momento a única coisa frase que ficou do fim de semana..."queres que te leve a ver estrelas?"

....mas sempre FA no seu melhor saiu-se com um "transmorfar"!Queria ela com isto dizer, " vamos mas é ao Al forno comer o mega prego em pão de pizza que dá orgasmios miultiplios"

No final da noite, vimos um fenómeno....um carro voador...qual fenómeno do Entrocamento, ali estava ele, 10 metros abaixo virado ao contrário, e os passageiros vivinhos...queriam eles ajeitar o muro, que até o levaram com eles...enfim, aventuras...não sabem fazer como nós e ir dar voltas às rotundas em 2 rodas, mandam-se de pontes abaixo!!!
Bem...espero que para a semana hajam mais aventuras destas para contar, ou até melhores....
E para ti SOL, um mega beijo melado (achavas que me esquecia de ti?)
Posso dizer que este foi um fim de semana bastante preenchido, por aventuras e desventuras, risos e gargalhadas, beijos e abraços, e acima de tudo uma grande amizade.
Decidida há já algum tempo, tomei uma decisão conjunta que me agradou bastante, e que me faz acreditar cada vez mais que há pessoas neste mundo que valem mesmo a pena.
Fiz uma tatuagem com a MJ...mas ficou a faltar a FA, pois só assim o trio estrelar ficará completo! Ainda estamos a decidir quais os poderes a atribuir a cada uma, mas neste momento a única coisa frase que ficou do fim de semana..."queres que te leve a ver estrelas?"

....mas sempre FA no seu melhor saiu-se com um "transmorfar"!Queria ela com isto dizer, " vamos mas é ao Al forno comer o mega prego em pão de pizza que dá orgasmios miultiplios"

No final da noite, vimos um fenómeno....um carro voador...qual fenómeno do Entrocamento, ali estava ele, 10 metros abaixo virado ao contrário, e os passageiros vivinhos...queriam eles ajeitar o muro, que até o levaram com eles...enfim, aventuras...não sabem fazer como nós e ir dar voltas às rotundas em 2 rodas, mandam-se de pontes abaixo!!!
Bem...espero que para a semana hajam mais aventuras destas para contar, ou até melhores....
E para ti SOL, um mega beijo melado (achavas que me esquecia de ti?)
terça-feira, 1 de abril de 2008
:: 2Many Dj's@vogue ::

Para não variar, tudo começa com um mega jantar em casa do tio Carlos, desta vez deliciei as hostes com uma entrada de folhado de camembert e de seguida uma Pasta com pesto de rúcula!
Mas a seguir, depois de uma Terras de Pó, estavamos já prontas para assistir aos 2 Many Dj's na Vogue!Mudança da hora fez-nos sair de casa já tardiamente, mas sempre com o espírito em alta. Deixamos o AA em casa e arrancamos de CN!
Mais uma vez, partimos a loiça, na gíria, porque na verdade partimos mesmo tudo, ou melhor eles partiram tudo e a noite foi-se arrastando...
Resultado, às 7 e pico da manhã estavamos no carro(reparem que lá fora chove) a tirar fotos. Dizia a FA..."vamos é para um after"
Fomos para um after...mais própriamente para o VDL, tal era o cansaço de horas a dançar em ritmos extravagantemente remisturados pelos djs.
Deixo algumas memórias fotográficas daquilo que foi, mais uma vez uma grande noite a 3:) love u
sexta-feira, 14 de março de 2008
O meu dia-a-dia

'O colega do lado' por Maria João Lopo de Carvalho (Jornal Expresso)
Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o marido (ou
a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de
trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em cima, a bem
ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família,
quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três
horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar
tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem
achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida
somada. É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que
lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que
avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos
amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que
revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há
tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula
(roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a
vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê.
'Ai, você hoje está linda...', 'Acha dr?', 'Não acho, tenho a certeza,
brilha como a lua).
O ambiente de trabalho é assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo
romano onde se mata quem é fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia
da questão. Competitividade e matança são armas letais de significado
idêntico - desafie-se o poder! Mas como perder ninguém quer, ligamos a
competição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em
circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja forte demais e
excitante demais para a conseguirmos abafar. (...)
Há sempre um gajo porreiro em que nós escudamos e que, de facto, não nos
quer tramar às primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para
direita, ora amanteiga para a esquerda - é o gajo que quando a coisa corre
bem foi ele próprio que a fez (é 'muita bom'), quando corre mal, fomos nós,
pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente não
acreditámos no seu teatro.
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do
chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em
strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena,
bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o
pessoal, a quem com tanta alma chamam 'menor', baralhando sem pudor
humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a
ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos
triunfais na 'porra' do dossiê.
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno,
mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de
partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a
estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada,
mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.
Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar
ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém
para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor.
É com 'vasos' destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem
marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro,
a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao
rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma
questão de 'ambiente' no trabalho!
terça-feira, 4 de março de 2008
Há sempre luz no fundo do túnel

Quando já nada parece fazer sentido, lá no fundo. mesmo no fundinho, envergonhada, tão ténue que mais parece uma visão do que realidade, está aquela luzinha que nos faz seguir em frente!Damos nomes a essa luz...a minha tem muitos...NG, MJ, FA, PL...são poucas, mas sempre presentes...mas uma é especial, sempre foi, sempre será...a minha mummy!Por muitas discussões, atritos ou mesmo birras, ela está sempre lá, mas as minhas luzinhas não tiram a vez da mummy nem vice versa!Adoro-vos mesmo luzinhas!
Obrigada por terem sempre um ombro e um berrinho...sim..mesmo que seja de carinho...para eu acordar!A realidade é dura, mas vocês fazem-na parecer algodão doce!
LOVE U ALL
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